Dionísio Cunha deixa dois filhos.

Autoridades foram chamadas à habitação do casal após terem recebido uma denúncia de violência doméstica, em Genebra, Suíça.

Dionísio Cunha, emigrante português na Suiça, foi baleado pelas autoridades daquele país depois de ter agredido a própria mulher, no interior da habitação onde viviam.

Na sequência dos disparos por parte das autoridades, o português ainda foi hospitalizado em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos e acabou por morrer no hospital esta terça-feira.

O português, natural de Viana do Castelo, foi atingido a tiro pelas autoridades, dentro da sua casa, depois destas terem recebido uma denúncia de violência doméstica, esta segunda-feira, pelas 08:30 locais.

De acordo com a imprensa local, quando as autoridades chegaram à habitação do casal, no bairro das Acacias, dois agentes entraram dentro da casa e um deles acabou por disparar sobre o português que reagiu mal à chegada da polícia. A mesma fonte revela que Dionísio Cunha estava armado com uma pistola com a qual teria disparado sobre a sua mulher.

A mulher sofreu ferimentos considerados graves e foi hospitalizada. O casal tinha dois filhos que, no momento do crime, não se encontravam em casa.

O caso está a ser investigado para apurar se os agentes agiram em legítima defesa ou de forma proporcionada.