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Pai “viciado” em trabalho escreve texto emocionante após morte do filho de 8 anos

Empresário bem sucedido descobriu, durante uma reunião, que o seu filho de oito anos tinha falecido. “Abracem os vossos filhos. Não trabalhem até tarde”, afirma o homem.

Um pai, que se considera “viciado” em trabalho, descobriu, durante uma reunião, que um dos seus meninos gémeos tinha falecido. J.R Storment divulgou nas redes sociais um texto emocionante onde conta como tudo aconteceu e aconselha os outros pais a abraçar os filhos e não trabalharem até tarde.

Storment começa por explicar que “há oito anos, no mesmo mês, teve gémeos e co-fundou a empresa Cloudability. Há cerca de três meses a Cloudability foi comprada. Há cerca de três semanas perdemos um dos nossos meninos”.

O empresário conta que quando recebeu a chamada com a triste notícia estava numa sala de conferências com outras 12 pessoas em Portland, nos Estados Unidos, e tinha acabado de admitir que, em oito anos, que praticamente ainda não tinha tirado férias.

Ao atender a mulher, soube da morte e ficou em choque. Saiu do escritório e chegou a casa 12 minutos depois, encontrando a sua entrada cheia de veículos de emergência. Só duas horas e meia depois conseguir ver a criança. O menino tinha epilepsia e morreu a dormir.

J.R. Storment conta que Wiley era “obececado em começar um negócio”. Outro dos seus planos para o futuro passava por casar e, quando tinha seis anos já tinha “identificado a rapariga”. “Um dos inúmeros momentos mais difíceis deste mês foi assinar a certidão de óbito. Ver o nome dele escrito no topo [da página] foi difícil. Contudo, foi o que li abaixo que me me esmagou. Dizia: ‘Ocupação: Nunca Trabalhou’ e ‘Estado Civil: Nunca Casou’. Ele queria tanto fazer ambos.”

O empresário norte-americano deixa ainda conselhos aos pais na mesma publicação: “Muitos perguntaram o que podem fazer para ajudar. Abracem os vossos filhos. Não trabalhem até tarde. Muitas das coisas em que estão a gastar tempo vão arrepender-se quando já não o tiverem. […] Se há alguma lição a tirar disto é lembrar os outros – eu mesmo – para não perderem as coisas que realmente importam”, escreve na mesma publicação.




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