Uma menina de três anos morreu depois de comer uma pilha botão que queimou o esófago e chegou ao seu coração.

Brittney Conway, morreu a 28 de julho no hospital infantil de Queensland, três semanas depois de ingerir o dispositivo magnético que ficou dentro do corpo.

Antes dos médicos terem encontrado a pilha, os pais, Lorraine e David Conway, tinham sido informados de que os sintomas poderiam indicar uma intoxicação alimentar ou um vírus.

A criança de três anos começou a apresentar sintomas preocupantes a 6 de julho, dizendo à sua mãe que a garganta estava inflamada, antes de vomitar repetidamente.

“Eu tinha acabado de lhe dar um chupa-chupa e achei que ela tinha engolido um pedaço demasiado grande”, disse a mãe, Conway, à ABC News.

O médico domiciliar pensou que se tratasse de uma intoxicação alimentar, mas a saúde da sua filha continuou a piorar, com mais vómitos, sangramento nasal inexplicável e dores terríveis no peito.

Após uma visita ao Hospital Robina, foi-lhes dito que a filha tinha contraído um vírus que iria desaparecer em alguns dias.

Eventualmente, os sintomas pioraram ainda mais, e, poucos dias depois, foi encontrada “deitada numa poça de sangue, inconsciente”.

Um raio-x revelou a bateria dentro do seu peito. Os médicos passaram nove horas a tentar uma cirurgia para remover a bateria e estabilizar a menina.

Acabou por ser transferida para o Hospital Infantil de Queensland para outra cirurgia, mas já era tarde, e acabou por morrer oito dias mais tarde.