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Menina de 10 anos torturada até à morte pela madrasta pesava apenas 10 quilos

Emani Moss, tinha apenas 10 anos de idade, quando foi torturada pela madrasta até à morte, com a permissão do pai biológico da criança.

A menina, natural do estado norte-americano da Georgia era filha de um casamento anterior de Eman Moss, e estava à sua guarda porque a mãe da criança era dependente de drogas. Eman casou com uma professora de primária, Tiffany Moss, com quem teve mais dois filhos.

Segundo revela o Mirror, a mulher começou por ignorar Emani porque tinha outros dois filhos biológicos e o marido tinha dois empregos, estando muito poucas vezes em casa. Porém, o caso escalou para algo muito pior.

Quando Emani tinha apenas seis anos de idade, os professores começaram a notar algo de estanho na menina e os pais foram denunciados aos serviços sociais, tendo Tiffany sido acusada de maus-tratos infantis.

A mulher assumiu apenas ter batido em Emani com um cinto, mas acabou condenada a cinco anos de prisão com pena suspensa, o que fez com que perdesse o emprego.

O caso escalou de gravidade logo a seguir, e a menina tentou fugir duas vezes de casa e pedir ajuda aos vizinhos, contudo, Tiffany negava tudo e dizia que a menina estava a inventar histórias.

A criança foi mantida fechada no quarto, sem comer nem beber. O pai obrigava a mulher a mandar fotografias das refeições que eram dadas a Emani, mas apenas os dois filhos biológicos de Tiffany tinham direito à comida.

O pai acabou por ligar às autoridades a revelar que a filha tinha morrido em novembro de 2013. O corpo de Emani, que nessa altura tinha dez anos de idade, foi encontrado dentro de um balde do lixo queimado. O cadáver pesava apenas 14 quilos e deixou todos chocados.

O pai foi preso e, mais tarde, a madrasta, que se tinha posto em fuga. Embora em primeira instância tivessem contado histórias diferentes, acabaram por confessar a verdade. A madrasta deixou a criança morrer à fome na própria cama e depois tentou encobrir o crime, com medo de ficar sem os outros dois filhos. A menina tinha morrido em outubro e a mulher tentou “cremar” os restos mortais com a ajuda do marido. 

A mulher foi a primeira a ser condenado à pena de morte no estado da Georgia, enquanto que o pai foi condenado a prisão perpétua.




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