Os abusos aconteceram quando a filha, que estava sob guarda de familiares, foi visitar o pai a casa.

Segundo a Procuradoria Distrital do Porto, o arguido estava consciente de ser portador da doença sexualmente transmissível e mesmo assim colocou em risco a criança.

“Em causa está a conduta de um arguido que, de acordo com os fortes indícios recolhidos, num dia que teve a visita da filha, de oito anos de idade, entregue à guarda e cuidados de outros familiares, manteve com a criança atos de natureza sexual em três ocasiões distintas” revela a nota da Procuradoria, resumindo um despacho de acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Vila Nova de Gaia, distrito do Porto.

No documento, pode ler-se ainda que “o arguido era, àquela data, portador de doença sexualmente transmissível, circunstância que era do seu conhecimento”.

O homem, acusado de três crimes de abuso sexual, já estava em prisão preventiva e viu assim renovada a medida de coação mais gravosa.

DEIXE A SUA OPINIÃO