Mário Gonçalves, que conhecia a jovem assassinada e atirada ao rio Tejo, deixou um apelo nas redes sociais para que seja feito justiça.

“Esta é a Beatriz Lebre.

A Beatriz Lebre era uma jovem universitária, de 23 anos, foi assassinada brutalmente, em Lisboa, por um colega de faculdade, de 25 anos, num crime que a Polícia Judiciária revelou que terá sido motivado por ciúmes.

A Beatriz Lebre era de Elvas. Conhecia-a a ela e aos seus Pais. Pessoas trabalhadoras que lutaram uma vida inteira para lhe proporcionar uma melhor qualidade de vida.

Infelizmente a Beatriz Lebre teve a infelicidade de se encontrar com a morte às mãos de um psicopata que se dizia amigo da mesma.

Num País em que se continuam a perdoar criminosos e a dar-lhes liberdade, vamos lembrar-nos da Beatriz Lebre e apelar ao governo para que estes filhos da mãe não saiam impunes.

Não queremos que estes criminosos fiquem presos meia dúzia de anos e saiam com bom comportamento. Queremos que sofram todos os dias. Exigimos num Estado de Direito, que a punição seja perpétua, não há outra forma.

Se exigirmos pena de morte dizem que somos extremistas, mas para estes casos, não só da Beatriz Lebre mas de tantas outras vítimas às mãos destes psicopatas, era o que mereciam.

A Beatriz Lebre já cá não está para se defender. Os Pais choram a sua partida. A partida dura e fria às mãos de um “amigo” que tinha ciúmes dela e após lhe ter tirado a vida brutalmente ainda a atirou para o Rio Tejo sem dó nem piedade. Isto não pode acontecer.

Quantas Beatriz Lebres vão ter que sucumbir às mãos de psicopatas para que alguém faça alguma coisa e aja em conformidade com penas duras para estes parasitas criminosos?

Não encontro mais palavras. Os meus sentidos pêsames a toda a família e amigos. Descansa em Paz Beatriz. Olha pelos teus Pais que neste momento estão sem chão.

A todo o governo em especial ao Sr. Presidente da República, por favor, façam alguma coisa e não continuem a assobiar para o lado. Este parasita e tantos outros como ele, não podem ter a vida facilitada. Só espero que não haja nenhum advogado e psicólogo a defender este parasita, pois não há perdão para um crime hediondo e execrável como este.”

Mário Gonçalves